As influências do ATS® que me encantam: Flamenco

2018.09.04.flamenco_Inmaculada-Ortega
Dançarina espanhola Inmaculada Ortega. Fonte: Dança em Pauta

Oies, bom dia, bom dia!

 

Amores, hoje vou por pra fora um pouco do que me encanta em termos o Flamenco como uma das influências e inspirações no ATS®. Nesse primeiro post, vou trazer impressões mais gerais do flamenco no estilo, ou seja, aquelas que vemos em todas as dançarinas de ATS®. Trataremos aqui, então, da postura e dos braços que temos no estilo.

Mas não achem que esgotarei minhas impressões sobre a estética flamenca no nosso tribal, tá? Provavelmente, a cada dia, eu tenho novas reflexões.

Bom, vamos lá!

Sem dúvida, a postura altiva e elegante é uma das mais notáveis marcas dessa influência nas dançarinas do ATS®. Nós vemos isso no busto elevado e ombros bem encaixados. Mas para isso, há um trabalho bem intenso de engajamento de escápulas e região superior do abdômem. Na verdade, a gente vai conquistando essa postura a partir da mobilidade muscular dessas regiões do corpo com o tempo e com muita prática da dança.

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Braços altos: rotação dos cotovelos para trás e ombros encaixados.

Todo esse trabalho de caixa torácica é essecial para garantir a postura no estilo, mas também será usado para a realização de alguns movimentos, em especial, no repertório lento com, por exemploo uso de torções da torácica. Mas falarei disso em um próximo post, tá?

Não podemos deixar de falar aqui dos braços que temos no tribal. Eu resumo em cinco posições: braço alto, braço médio, braço baixo, braço 1 e braço 2. Todos eles estarão intimamente ligados com a rotação e direção dos cotovelos, seja para cima, para frente e para trás. É por isso que um bom cuidado com os ombros é essencial.

Digo isso, por que a rotação dos cotovelos está intrinsecamente relacionada com a moblidade dos ombros: abertura, encaixe, força, espaço, flexibilidade.

Somado a isso da mobilidade de ombros x cotovelos, gosto muito de citar o alinhamento dos Arm Flourish, tanto quando ele inicia por dentro quanto quando ele inicia por fora. Em ambos trajetos, os cotovelos darão o direcionamento e desenho dos braços e consequentemente refletirá no desenho dos ombros também. Por isso, muito cuidado com esse movimento. Ele parece simples, mas pode resultar em duas coisas: ombro lesionado e um visual um pouco tenso e fechado, algo que queremos muito pelo contrário.

Gatas, acho que estamos bem por hoje. Outros aspectos, abordarei em próximos posts, tá? Mas vocês também podem complementar com as impressões de vocês, aqui nos comentários.

Mil beijos!

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Cintia Vilanova

Professora FCBD® Sister Studio de ATS®

AULAS REGULARES | WORKSHOPS | SHOWS

Florianópolis . Santa Catarina (SC) . Brasil

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